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A Arvore de Dinheiro

Sinopse

O mercado financeiro é bastante dinâmico e constantemente sofre alterações, o que motivou esta nova edição. Instituições mudaram de nome, outras foram criadas ou deixaram de existir. A Bovespa, por exemplo, deixou de ser uma sociedade civil sem fins lucrativos e atualmente é uma empresa de capital aberto, a BM&F Bovespa S.A. Porém, mais do que mudanças formais, tivemos uma significativa mudança na estrutura de juros do Brasil. Quando do lançamento da primeira edição, era possível obter uma rentabilidade excelente correndo poucos riscos comprando Letras Financeiras do Tesouro, títulos públicos federais pós-fixados, corrigidos pela taxa Selic. Atualmente, quem não quiser correr riscos vai obter retornos muito baixos, algumas vezes até perdendo para a inflação. A época da rentabilidade elevada sem riscos passou. Entretanto, mais do que retratar mudanças, o que esta nova edição permite é avaliar o que não mudou. Felizmente o fundamental do livro continua intacto. As estratégias recomendadas foram exaustivamente testadas pelas euforias e crises pelas quais passamos. Não precisei mudar uma linha sequer das estratégias de investimentos recomendadas. Desde a primeira edição sugeri investimentos constantes e diversificados. Para provar que esta estratégia é a melhor para a renda variável, acrescentei mais seis anos nas pesquisas de investimentos constantes na bolsa de valores e traçamos mais quatro cenários diferentes. Torna-se mais forte a ideia de que a melhor forma de investir em ações é destinar um valor fixo mensal para uma carteira diversificada de investimentos. Também acrescentei uma pesquisa sobre balanceamento de carteiras entre CDI e Ibovespa, na qual mais uma vez comprovei a vantagem da diversificação. Continuo com as mesmas recomendações de investimentos, diversificação e investimentos constantes. O que mudou é que cada vez há mais dados para comprovar esta tese.